SOBRE O VÍDEO
Visita ao CARDE Museu (Campos do Jordão/SP)
Na Parte 5, a visita entra pesado na história do automobilismo no Brasil e em raridades que misturam “primeiros da indústria”, esportivos de sonho e curiosidades de museu que só vendo ao vivo.
O episódio abre reforçando o impacto do acervo (Jaguar, Lamborghini e Ferrari no Brasil) e já corre para um marco fundamental: a Romi-Isetta (1956), apresentada como o primeiro automóvel fabricado no Brasil sob licença da Isetta italiana, com explicação do funcionamento da porta frontal e do volante que sobe para facilitar o acesso. A conversa ainda crava o volume de produção entre 1956 e 1961, destacando como isso ajuda a explicar por que o carro é tão raro hoje.
A sequência segue no eixo “Brasil industrial”: surge o FNM 2000 JK, com o papo sobre a “nomenclatura JK”, o contexto histórico e o detalhe dos emblemas, calotas e a “personalidade” do carro. Logo depois, aparece o Willys Gordini (projeto Renault), com comparação direta com o Dauphine e a ideia de que o Gordini ficou mais robusto e melhor acabado.
Depois entram clássicos nacionais e ícones de produção: DKW-Vemag Belcar (com o papo do motor dois tempos e a famosa brincadeira do “3 igual 6”), um Karmann-Ghia conversível tratado como raríssimo (com número de produção citado no texto), e o Chevrolet Opala 1969 (baseado no Opel Rekord), lembrando o lançamento de 1968 e as primeiras levas.
A parte fecha com uma “aula” de utilitários raiz: Rural Willys Deluxe (já na fase Ford, 4x2), e então a entrada triunfal do luxo americano com um Cadillac 1956 (dourado), com aquele discurso apaixonado sobre o auge da opulência dos anos 50 e a escalada dos rabos de peixe até 1959.
Em seguida, a narrativa muda de marcha para o “panteão dos mitos”: Jaguar E-Type Roadster (com correção ao vivo da cilindrada “4.2”), Aston Martin DB5 (James Bond), Porsche 356 Carrera 2 GS (com os dados técnicos lidos no totem), Mercedes-Benz 300 SL Roadster (W198), e uma Corvette clássica (comentando design e versões).
No fim, tem uma guinada deliciosa para o Brasil de competição: o Willys Interlagos em uma sala temática estilo “autorama/looping”, com depoimento do Murilo explicando a homenagem aos pilotos, a construção em fibra, a velocidade, o contexto de corrida (incluindo Uruguai), assinaturas históricas e detalhes de restauração “como era na época”.
Ainda aparecem: o protótipo Aruanda (com portas tipo asa de gaivota e menção ao arquiteto Ari Antônio da Rocha), e um Chrysler Imperial citado como parte da preservação do acervo (referência à coleção e às placas com iniciais).
Carros e minutagem (Parte 5)
0:26 — Romi-Isetta (1956) (licença Isetta; porta frontal; volante sobe)
2:35 — FNM 2000 JK (Fábrica Nacional de Motores)
4:29 — Willys Gordini (projeto Renault; produzido pela Willys Overland do Brasil)
5:57 — DKW-Vemag Belcar (motor 3 cilindros, dois tempos; “3 = 6”)
7:17 — Karmann-Ghia Conversível (raríssimo; produção citada no texto)
8:27 — Chevrolet Opala (1969) (base Opel Rekord; início de produção em 1968)
9:18 — Rural Willys Deluxe (fase Ford; 4x2)
11:39 — Cadillac (1956, dourado) (luxo americano anos 50)
15:03 — Jaguar E-Type Roadster (cilindrada “4.2” mencionada)
17:07 — Aston Martin DB5 (referência James Bond)
17:21 — Porsche 356 Carrera 2 GS (dados técnicos do totem)
19:48 — Mercedes-Benz 300 SL Roadster (W198)
21:36 — Chevrolet Corvette (clássica; V8; versões citadas)
25:54 — Willys Interlagos (sala “autorama”; pilotos e assinaturas; contexto de corrida)
32:39 — Aruanda (protótipo) (porta “asa de gaivota”; Ari Antônio da Rocha)
34:26 — Chrysler Imperial (acervo/preservação; referência ao OG e placas)







